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Histórico e Contextualização do Programa

O Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) faz parte da Universidade Estadual de Maringá/UEM/PR, que conta com 51 cursos de Mestrado e 26 Cursos de Doutorado, evidenciando seu grande valor na macro-região noroeste do Estado do Paraná e sua importância para a Pós-Graduação Brasileira. A UEM é destaque em diversos Rankins Nacionais e Internacionais estando entre a 20a melhor Universidade do Brasil e 801a do Mundo Segundo o Times Highr Education University Ranking 2016/2017. Segundo classificação do INEP a partir do Índice Geral de Cursos é a 3a melhor do Paraná e a 6a do Brasil (a partir de dados de 2015).

Embora o PBF esteja alocado na Região Sul do Brasil, é importante frisar que em toda Região Sul existe apenas 1 Programa de Pós-Graduação na área de Farmácia com nota sete, que é vinculado à UFRG. No Estado do Paraná, que tem menor tradição em Pesquisa, não há nenhum curso com nota acima de 5 nesta área. Quando consideramos todas as áreas de conhecimento, no Paraná todo, observamos apenas 3 (três) PPGs nota sete, sendo dois da UFPR na capital Curitiba e 1 em Londrina na UEL. A UEM, que ainda não tem PPG com a nota máxima possui a partir da última avaliação quadrienal 5 (cinco) cursos notas 6 sendo eles Agronomia, Ecologia, Engenharia Química, Química e Zootecnia, portanto, nenhum na área de Saúde. O apontamento destes dados tem como objetivo demonstrar a heterogeneidade na distribuição qualitative e quantitative dos programas de Pós-Graduação no Brasil, especialmente no interior. Estes dados reforçam a importância do PBF, das interações e também dos avanços obtidos apesar das dificuldades. Outrossim, Maringá, cidade sede da UEM está a cerca de 500 Km distante da capital Curitiba, e os PPGs representam iniciativas de sucesso de interiorização da pós-graduação.

O Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF)/UEM obteve aprovação na Universidade Estadual de Maringá no início de 2002 e na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em 06/11/2002, iniciando as atividades de sua primeira turma do curso de mestrado em 31/03/2003. O curso de doutorado foi recomendado pela CAPES em 28/10/2011, tendo iniciado suas atividades em março de 2012. O PBF iniciou suas atividades com nota 3 atribuída pela Capes e seu primeiro triênio completo avaliado foi o de 2004-2006, continuando com a nota 3. No triênio de 2007 a 2009 passou por várias reformulações e conquistou a nota 4/CAPES, sendo que no triênio seguinte (2010 a 2012) pode implantar o curso de doutorado, permanecendo com igual nota pela CAPES (nota 4). Em 2015, houve a primeira defesa de doutorado do PBF e a primeira turma deste curso concluiu seus 48 meses com defesa em fevereiro e março de 2016. Na avaliação quadrienal referente aos anos 2013-2016 o PBF recebeu a nota 5 (cinco) demonstrando a evolução do programa, apesar da juventude do curso de doutorado.

O PBF passou por algumas mudanças de nomenclatura até chegar ao nome atual, em vigência a partir de novembro de 2013, que foi aprovada pelo Conselho Universitário/COU da UEM 30/09/2014 através da Resolução nº 032/2013-COU e pelo Conselho Interdepartamental/CI do Centro de Ciências da saúde/CCS da UEM (Parecer nº 025/2013-CI/CCS. A atual de nominação “Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF)”, que somente foi alterada após consulta à coordenação da Área de Farmácia no ano de 2013, acomoda com coerência as atividades de ensino e pesquisa do Programa, tendo em vista a abrangência das linhas de pesquisa, projetos e, consequentemente, das dissertações, teses e ainda produção intelectual. Ainda, contempla a grande interdisciplinaridade da Área da farmácia. Agora temos a certeza de sermos representados por uma denominação que enquadra todas as atividades do programa, sendo que a escolha foi realizada de maneira coesa e unânime pelo corpo docente, após anos de reflexões. As denominações anteriores foram: Programa de Pós- Graduação em Análises Clínicas (03/2003-11/2008) e Programa de Pós-Graduação em Biociências Aplicadas à Farmácia (12/2008-11/2013). Porém, a mudança de nome para Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia levou a alterações, sendo que o PBF continua com 1 (uma) área de concentração (na qual foi apenas inserido o termo “Fisiopatologia”), e 3 (três) linhas de pesquisa, que não foram alteradas, a saber:

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: “Biociências e Fisiopatologia Aplicadas à Farmácia”

Descrição: Estudo de patógenos de interesse médico, da etiofisiopatologia de doenças humanas e animais e da eco-epidemiologia e controle de doenças.

LINHAS DE PESQUISA:

1.Patógenos de interesse médico

Descrição: Estudo de mecanismos de patogenicidade e atributos de virulência sob a óptica celular, fisiológica e molecular de microrganismos de interesse médico. Estudo do perfil de resistência/susceptibilidade aos antimicrobianos clássicos e de novas opções terapêuticas. Desenvolvimento de técnicas, métodos e protocolos visando à detecção desses agentes.

2.Etiofisiopatologia de doenças humanas e animais

Descrição: Estudo dos aspectos básicos das diferentes doenças que acometem o homem ou animais com ênfase no processo fisiopatológico, nos fatores predisponentes e nos hábitos de vida, buscando aprimorar o diagnóstico laboratorial, a compreensão do processo saúde/doença e a promoção da saúde.

3.Eco-epidemiologia e controle de doenças

Descrição: Estudo de fatores ambientais e/ou ecológicos que possam determinar ou contribuir para o desequilíbrio homem-ambiente implicando em riscos de doenças e outros agravos ao ser humano, bem como mecanismos para o controle dos mesmos.

Estas linhas de pesquisa, em conjunto, abrangem a área de atuação dos docentes, comprovada pela coerente distribuição de 18 projetos de pesquisa em andamento, sendo seis em cada uma das 3 linhas. As linhas apresentam coerência entre si, são consistentes e vinculadas com a proposta curricular. A participação/coordenação dos docentes permanentes nos projetos varia de 1 a 4, ficando o maior número de participações a cargo dos docentes mais experientes (2 a 4 participações) e o menor número para docentes recém integrados, colaboradores ou em fase de desligamento (1 participação, raramente 2). Os 18 projetos de pesquisa são todos coordenados por docentes permanentes do programa e com financiamento externo. A distribuição dos docentes é equilibrada e envolve pós-graduandos e graduandos de iniciação científica.

O PBF faz seleção de alunos para o Curso de Mestrado anualmente, sendo que o número de inscritos nos anos de 2015, 2016 e 2017 foi 62, 41 e 50, respectivamente. O número de alunos novos de mestrado nos anos de 2015, 2016 e 2017 foi de 17, 22 e 26 respectivamente. Quanto a saída dos pós-graduandos por meio da Titulação tivemos no mestrado a titulação de 22, 17 e 22 mestres em 2015, 2016 e 2017 respectivamente. Portanto, analisando o fluxo docente (número de matriculados – número de titulados) nestes últimos três anos para o Curso de Mestrado percebemos que contamos em 2015, 2016 e 2017 com 18, 23 e 27 acadêmicos. O índice de alunos no mestrado por docente permanente nos últimos anos foi respectivamente de 1,2; 1,5 e 1,6 mestrandos/DP.

A seleção para o Curso de Doutorado é realizada na forma de fluxo contínuo e na dependência da existência de vagas, contando com pré-seleção pelo docente orientador. Deste modo, o número de ingressantes em 2015, 2016 e 2017 no curso de Doutorado foi de 7, 8 e 11, respectivamente. O número de titulados nos últimos três anos foi de 1, 16 e 14 em 2015, 2016 e 2017, mostrando a tendência de estabilização a partir da saída da primeira turma em 2016. Portanto, analisando o fluxo docente (número de matriculados – número de titulados) nestes últimos três anos para o Curso de Doutorado percebemos que contamos em 2015, 2016 e 2017 com 43, 34 e 31 doutorandos respectivamente. O índice de alunos no doutorado por docente permanente nos últimos anos foi respectivamente de 2,9; 2,3 e 1,8 doutorandos/DP respectivamente, mostrando também tendência a estabilização.

Todos estes dados apresentados nos dois parágrafos acima, somados à nota 5,0 obtida na última avaliação demonstram o bom desempenho do Programa, que tem portanto mostrado crescimento progressivo ano após ano e estabilidade em seu fluxo docente. Também demosntra excelente distribuição de atividades de orientação para o corpo docente permanente já que somando-se os mestrandos e doutoandos em orientação a cada ano no ultimo triênio obtivemos 4,1; 3,8; 3,4 pós-graduandos / DP respectivamente em 2015, 2016 e 2017.

Até o ano de 2017, foram defendidas 244 dissertações (mestrado acadêmico), cujos profissionais hoje desempenham atividades de ensino, pesquisa e/ou profissionais que tem auxiliado no crescimento do interior do Estado do Paraná bem como de outros estados brasileiros. Muitos destes já nuclearam Programas de Pós-Graduação em outras IES e regiões do País. Até 2017 foram titulados 32 doutores pelo PBF, dando inicio a uma produtiva trajetória neste novo curso.

O PBF TEM POR OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL: O Programa de Pós-Graduação em Biociências Aplicadas e Fisiopatologia (PBF) é vinculado ao Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina (DAB)/UEM, e destinado à formação de pessoal qualificado para o magistério superior, atividades de pesquisa e exercício profissional.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

I-Preparar mestres e doutores com formação avançada em biociências e fisiopatologia, habilitando-os à prática da investigação científica;

II-Formar mestres e doutores capacitados para atender à demanda de instituições de ensino em saúde;

III-Promover ambiente de discussão e entendimento sobre doenças e agravos que acometem o ser humano, no sentido de desenvolver no aluno o pensamento crítico, tornando-o apto ao aprimoramento e à adequação a novas tendências em saúde.

O Programa estrutura-se em duas vertentes de capacitação:

1)Por intermédio de Disciplinas e

2)Pelo sistema de orientação. A orientação tutorial permite que os orientadores propiciem uma orientação individualizada e personalizada aos alunos, o que garante a sólida formação de docentes/pesquisadores.

Atualmente são oferecidas 64 disciplinas, que abrangem a área de atuação dos docentes permanentes e colaboradores, são pertinentes, atualizadas e as ementas comprovam a profundidade dos assuntos abordados. Diante da dinamicidade da ciência a cada ano são realizados ajustes na estrutura curricular visando otimizar a formação dos Pós-Graduandos.

ALTERAÇÕES CURRICULARES DE 2017:

1- Em 2017 FORAM IMPLANTADAS 3 novas disciplinas:

  • Origem desenvolvimentista da saúde e doença – DOHaD – 15 horas – 01 crédito
  • Imunohistoquímica aplicada à pesquisa e diagnóstico – 60 horas – 01 crédito prático e 02 créditos teóricos
  • Tópicos em análises clínicas: atualização em biologia celular, bioquímica e biologia molecular, estrutural e funcional (30 horas – 2 créditos) – Disciplina ofertada por docente estrangeiro portanto sem repetição anual.

2- Em 2017 FORAM EXCLUÍDAS 7 disciplinas:

  1. Fundamentos para utilização de animais de laboratório em pesquisa
  2. Polimorfismo de fragmentos de restrição: ênfase no diagnóstico e epidemiologia de protozoário
  3. Metodologias laboratoriais para o diagnóstico e acompanhamento da doença de Chagas
  4. Técnicas moleculares para estudo de doenças infecciosas
  5. Atenção farmacêutica em doenças sexualmente transmissíveis modelo HPV – curso de mestrado e doutorado
  6. Abordagens experimentais para o estudo da função renal – cursos de mestrado e doutorado
  7. Biomarcadores de diagnóstico e prognóstico do câncer cervical – curso de doutorado.

OBS: Estas disciplinas foram excluídas da grade do programa, entretanto, por terem sido oferecidas em anos anteriores a plataforma Sucupira (vide Turmas) não excluiu da grade de disciplinas.

O curso de Mestrado exige a conclusão de pelo menos 19 créditos, sendo 2 disciplinas obrigatórias (Seminários Avançados I; Seminários Avançados II) e o curso de Doutorado exige a conclusão de pelo menos 29 créditos dos quais pelo menos duas disciplinas exclusivas do curso de doutorado durante o período de matrícula.

II.DISCIPLINAS MINISTRADAS NO ANO DE 2017

Em 2017 foram ministradas 36 disciplinas, sendo que todos os DOCENTES PERMANENTES MINISTRARAM DISCIPLINAS (mínimo de 1 e máximo de 4). A variação no número de disciplinas ofertadas se dá pelo fato de 2 DP estarem em cargos administrativos, 1 DP ter se afastado para licença maternidade e 1 DP ter se afastado para estágio senior no exterior a partir de junho de 2017. Também, a profa Dra. Silvana Martins Caparros Assef, DP do PBF há muitos anos, desligou-se em dezembro deste ano do programa em virtude de sua previsão de aposentadoria em 2018. Além das 36 disciplinas ofertadas aconteceram em 2017 13 turmas da disciplina Estágio em Docência que são oferecidas individualmente para cada pós-Graduando.

Todas as 3 docentes colaboradoras em 2017 ministraram 1 disciplina cada. Merece destaque que duas das 3 colaboradoras estiveram em licença maternidade em 2017.

Assim, A DISTRIBUIÇÃO DOS DOCENTES DO NÚCLEO PERMANENTE TAMBÉM É EQUILIBRADA EM RELAÇÃO ÀS DISCIPLINAS MINISTRADAS.

RELAÇÃO DAS 36 DISCIPLINAS MINISTRADAS EM 2017:

  1. Análises de estudos epidemiológicos e observacionais;
  2. Arsenal metodológico para diagnóstico de agentes infecciosos
  3. Bases de dados para invest. Cient. e ferram. Tec. Web
  4. Biotecnologia aplicada à saúde – produção de proteínas recomb.
  5. Citologia cérvico vaginal no diagnóstico e prevenção de doenças…
  6. Clinical research: ethic and regulatory guildline
  7. Diagnóstico molecular dos papilomavírus humano
  8. Epidemiologia aplicada às análises clínicas
  9. Epidemiologia da tuberculose
  10. Estudos pré-clínicos de novos compostos com ação….
  11. Farmacocinética clínica de antimicrobianos
  12. Farmacologia de antimicrobianos
  13. Fatores de virulência de enterobactérias
  14. Fatores de virulência de fungos
  15. Fisiologia do sistema imunitário
  16. Genes de resposta Imune
  17. Imunohematologia básica
  18. Imunohistoquímica aplicada à pesquisa e diagnóstico
  19. Imunologia e Histocompatibilidade: conceitos e aplicações
  20. Mecanismos imunopatogênicos em doenças….
  21. Metodologia da pesquisa científica aplicada a bioc.
  22. Metodologia da popularização do conhecimento científico
  23. Métodos de avaliação da resposta inflamatória
  24. Neurogastroenterologia e motidlidade intestinal
  25. Organização e gestão de eventos científicos
  26. Origem desenvolvimentista da saúde e doença – DOHAD
  27. Recentes avanços na carcinogênese genital associada….
  28. Revisão de textos científicos
  29. Seminários Avançados I
  30. Seminários avançados II
  31. Seminars in molecular markers and diseases
  32. TAC – atualização em biologia cellular, bioquímica e biologia…
  33. Técnicas bioquímicas para medidas de ativação de fagócitos
  34. Testes de sensibilidade aos agents antimicrobianos…
  35. Tipificação molecular de bactérias envolvidas…
  36. Tópicos em análises clínicas

III.CORPO DOCENTE DO PROGRAMA

O corpo docente (CD) do programa é constituído por 20 DOCENTES, sendo 17 PERMANENTES/DP e 03 COLABORADORES (DC), com proporção do núcleo permanente em relação ao corpo docente total de 82,4%, como a seguir:

a)RELAÇÃO DOS DOCENTES DO PROGRAMA COM SUAS RESPECTIVAS CATEGORIAS E ÁREAS DE ATUAÇÃO:

DOCENTES PERMANENTES (17)

Ana Maria Sell (Imunohematologia);

Débora de MG Sant´Ana (Neurogastroenterologia e Parasitoses);

Elza K Grimshaw (Farmácia Clínica);

Érika Seki KioshimaCótica (Biotecnologia);

Gessilda de Alcantara Nogueira de Melo (Parasitologia Clínica);

Jeane EL Visentainer (Imunogenética e Imunohematologia);

Jorge JV Teixeira (Epidemiologia);

Luzmarina Hernandes (Histologia);

Marcia EL Consolaro (Citologia Clínica);

Maria CB Tognim (Infecção hospitalar);

Maria VC Lonardoni (Imunologia de doenças infecciosas);

Nilza Cristina Buttow (Neurogastroenterologia)

Rosilene F Cardoso (Micobactérias);

Silvana M de Araújo (Parasitologia);

Silvana MC Assef (Farmacologia);

Terezinha IE Svidzinski (Micologia médica);

Vera Lúcia Dias Siqueira (Bacteriologia Médica)

DOCENTES COLABORADORES (3):

Vânia Ramos Sela da Silva (Biomarcadores de câncer);

Simone Aparecida Galerani Mossini (Toxicologia Clínica)

Kesia Gemima Palma Rigo Wutzow (Programação para Síndrome Cardiometabólica)

SOBRE ESTABILIDADE DO CORPO DOCENTE. É IMPORTANTE DESTACAR QUE no ultimo quadriênio mantivemos estabilidade total do corpo docente permanente. Nesta mudança de quadriênio, algumas mudanças foram feita visando adequar os DP para a demanda do crescimento do Doutorado e também o planejamento de reposição de docents em processo de aposentadoria. Portanto, dos DP do quadriênio passado, 2 deixaram o programa e outros 4 passaram a integrar o DP. Dos novo 4 DPs 3 eram DC há mais do que um ano e a outra já era orientadora em outro programa de Pós-Graduação há mais de 10 anos.

OBS IMPORTANTES:

– A docente colaboradora SILVANA MARTINS CAPARROZ ASSEF está em fase de desligamento do programa. Em dezembro de 2017 houve a defesa de sua última orientada e em 2018 entrará em afastamento para aposentadoria.

– FORAM INCLUÍDAS EM 2017 e permanecem na mesma modalidade UMA (1) NOVA DOCENTE COLABORADORA, Kesia Gemima Palma Rigo Wutzow (Programação para Síndrome Cardiometabólica).

c)DOCENTES BOLSISTAS DE PRODUTIVIDADE EM PESQUISA EM 2017

– Em 2017 UM TOTAL DE 6 DOCENTES PERMANENTES (35,3%) foram bolsistas produtividade em pesquisa em 2017, sendo 03 (50% do CNPq nível 2), 02 (33,3% do CNPq nível 1D) e 1(16,7%) da Fundação Araucária/PR, reflexo da maturidade científica dos docentes. Todavia, merece destaque que exceto a bolsa senior, a Fundação Araucária (Fundação de Amparo a Pesquisa do Paraná) não oferece bolsa produtividade há cerca de 3 anos.

1.Ana Maria Sell-Fundação Araucária de Amparo à Pesquisa/PR – Bolsa Produtividade Senior.

2.Jeane EL Visentainer- CNPq nível 2

3.Luzmarina Hernandes- CNPq nível 2

4.Márcia EL Consolaro – CNPq nível 1D/área Farmácia

5.Silvana M de Araújo – CNPq nível 2/área Farmácia

6.Terezinha IE Svidzinski – CNPq nível 1D/área Farmácia